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domingo, 15 de abril de 2018

Opinião: Danças na Floresta – Juliet Marillier


Resumo:
Este livro da autora é inspirado no conto de fadas As Doze Princesas Bailarinas. É a história de cinco irmãs intrépitas, em luta com quatro criaturas sinistras, três misteriosos presentes mágicos, dois amantes proibidos e um sapo enfeitiçado. Há muitos mistérios na floresta. Jena e as suas irmãs partilham o maior de todos, um segredo fantástico que lhes permite escapar à vida diária nos campos da Transilvânia, e que mantiveram escondido durante nove anos. Quando o seu pai adoece e tem de abandonar o seu lar na floresta durante o Inverno, Jena e a sua irmã mais velha, Tati, ficam encarregues de cuidar da casa e das outras irmãs. O surgimento de uma misteriosa jovem de casaco preto faz nascer o amor numa das irmãs e, subitamente, Jena apercebe-se que tem de lutar para salvar aqueles que lhe são mais queridos. Acompanhada por Gogu , Jena tem de enfrentar grandes perigos para preservar não só as pessoas que ama, como também a sua própria independência e a da família.

Opinião: Devo admitir, este não foi um livro fácil!
Irão se aperceber ao longo desta nova crónica do blog, que eu prefiro um tipo de livros de tamanho mais reduzido, não porque o tamanho importa, mas porque o tamanho normalmente está associado a descrições demasiado perlongadas para a minha mente fértil.
As primeiras 20 páginas do livro foram simplesmente penosas! A família foi apresentada de uma forma abrupta como se já conhecêssemos toda a gente e os laços familiares pareciam demasiado forçados, as histórias do passado da família não eram completamente desvendadas, deixando o leitor sem perceber nada. Contudo, as restantes 308 são o paraíso de qualquer leitor!
É daqueles livros que nos deixam acordados até às 3 da manhã, só porque: “é só mais um capítulo”; mas nunca é só mais um capítulo! Porque queremos saber o que é que acontece a seguir… Se as 20 primeiras páginas podem ser penosas, o resto da história compensa esse pequeno esforço inicial!
Não quero revelar muito da história, ainda assim posso dizer que as personagens são quase reais, se umas são casmurras e teimosas, mantendo as mesmas ideias do início ao fim, outras são sensíveis. Tão sensíveis que a sua saúde padece devido aos eventos que se vão desenrolando.
Quase me esquecia! Quando comprei este livro fiquei tremendamente arrependida, pensei que o mundo magico que ele me iria desvendar seria infantil ou banal, como acontece na grande maioria dos livros… Mas não é! Tem um fundamento em cultura popular e a escritora fez um belo trabalho ao manter simples, o que é tão complexo!


quinta-feira, 12 de abril de 2018

Equilibrar-me com o mundo... Não compro bijutaria!


Quantos de nós já aderimos à moda da bijutaria? Parecem joias, mas ninguém as quer roubar porque são de latão e não tem qualquer valor comercial!
Eu durante algum tempo tive uma loucura pela bijutaria, não sei quantos colares de cores diferentes e formatos destintos, um para vestir com aquela roupa, o outro para vestir com a outra. E onde é que todos esses colares e brincos (que até fazem comichão nas orelhas) acabam? Invariavelmente, no lixo! Porque facilmente ganham um atonalidade rosa, porque os seu banho prateado vai-se desgastando ao longo do tempo, ou porque ganham uma cor verde que mais parece musgo e é simplesmente nojento! E nem são assim tão baratos quanto isso! Com o preço que gastamos em 5 colares de bijutaria, poderíamos ter comprado um de prata que tem uma vida útil ilimitada! Se começa a ficar negro, basta escova-lo com pasta dos dentes e parece novo! Já para não falar, que a prata tem sempre valor no mercado dos usados, ou podem ser peças que vão sendo transferidas dentro da própria família.
Tenho um exemplo disso na minha própria família! A minha irmã mais velha, deu-me um dos seus brincos de prata de que já não gostava, usei-os durante imenso tempo e agora, que me sinto demasiado crescida para os usar passei-os à minha sobrinha!
Eu ainda possuo algumas peças de bijutaria, contudo a minha tendência é que progressivamente acabem todas na lixeira, pois prefiro ter um colar de que gosto muito e não me faz comichão, nem tenho vergonha de o usar porque já perdeu a sua cor original, a ter muitos que nada mais são do que “fast fashion”.
Uma das normas da minha vida é: “menos é mais”!

P.S: Ando a pensar em adquirir um novo anel, pois o único que possuo é o que o meu namorado me deu há 5 ano a trás... Mas ainda assim, gostaria que este fosse oferecido, não estará na altura? Depois de 6 anos de namoro não mereço um anel na mão esquerda?

segunda-feira, 2 de abril de 2018

Carta a Quem Já Não Conheço

Lembra-se da primeira vez que tocamos olhares? Da primeira vez que lhe lancei o meu sorriso mais amarelo? Da primeira vez que o desafiei?
Eu lembro-me perfeitamente das minhas palavras. Lembra-se das suas? Eu não! Só me lembro dessa cara de porco, que parece atirar-se a tudo o que mexe. Só me lembro da crueldade dos seus atos!
Só me lembro que a partir daquele momento, em que não consegui emendar um comentário menos correto, o seu olhar sempre que encontrava o meu parecia arder de fúria. Não descansou enquanto não me esmagou os sonhos, tornando-o em pó de estrela… Ainda bem que consegui que não me levasse tudo!
Esmagou-me os sonhos, arruinou-me o futuro e a mente, mas não conseguiu arrancar o meu coração do interior da minha caixa torácica com as suas palavras sujas de lama!
Eu não me esqueço daquelas palavras! Eu não me esqueço das palavras que me lançou no dia em que tentou colocar fim àquilo a que dou mais valor na vida! Não me esqueço e não perdoou!

quinta-feira, 22 de março de 2018

Se na vida existem momentos que gostaríamos que repetissem em lop para sempre, também existem momentos que preferirmos nunca ter vivido! Pessoas que não queríamos conhecer, por a sua raça ser tão reles!
Como poderei eu guardar qualquer memória desses momentos horríveis ou dessas pessoas odiosas?
Se o fogo purifica, que o fogo torne em cinza tudo o que resta dessa gente que não presta!!