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quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

deliciosa ternura perdida

Sorrisos sombrios que me sorriem com brilhos estridentes... Eu preciso daquele doce sabor a amor ao meu lado. Tu sabes aquele som feliz... como se chama mesmo? Felicidade, é isso?
Esterei eu enganada ou me esqueci de tudo o que significava para mim, porque me deixaste doce sabor?
Talvez nunca mais volte para mim essa ternura deliciosa que me consumia o coração... Os peitos de pedra erguem-se sobre os desgostos da minha paixão. Nada farei eu, além de te ver partir para o mundo onde a minha angustia não deva existir.
Tristes recordações de glamorosas sentinelas douradas, sobre teatros desenhadas, bonitas mentiras que pareciam tão docemente verdade, amor que amara para enganar as gentes...

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013


 Eu vou trair-te. Eu sei disso e tu também, não te irei trair com outro homem, mas sim com uma personagem fictícia criada pela minha imaginação.
 
Meu corpo será sempre digno do teu toque, mas o meu amor será partilhado por cada semente de paixão, cada sentimento de outro mundo cada fantasia da minha ilusão.
Estarás tu disposto a partilhar-me com algo que nem saberás o que é?
Hoje será uma criatura de olhos avermelhados, amanhã com asas negras e depois? Ainda não sei, está por inventar… Mas decerto que será algo do qual só a minha mente ouviu falar.

domingo, 3 de fevereiro de 2013